Deveria
estar a dormir, descansar depois de umas horas nocturnas de trabalho e mais
algumas de seguida, mas o dia continua e daqui a poucas horas mais uma maratona
a percorrer.
Evito
as tarefas domésticas e a roupa húmida que me chama com palavras inaudíveis,
uma energia que escasseia por entre os dedos numa tentativa de explorar uma
outra esfera real, um empenho em manter um estado desperto, mas em humilde opinião,
sem sucesso algum…
Como
tal resigno-me, abdicando da vigília e aceitando a necessidade do sossegar.
Até
breve ou um até já…
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