segunda-feira, 8 de julho de 2013

Frágil vigília


Deveria estar a dormir, descansar depois de umas horas nocturnas de trabalho e mais algumas de seguida, mas o dia continua e daqui a poucas horas mais uma maratona a percorrer.
Evito as tarefas domésticas e a roupa húmida que me chama com palavras inaudíveis, uma energia que escasseia por entre os dedos numa tentativa de explorar uma outra esfera real, um empenho em manter um estado desperto, mas em humilde opinião, sem sucesso algum…
Como tal resigno-me, abdicando da vigília e aceitando a necessidade do sossegar.
Até breve ou um até já…

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